Tiago Moreira de Sá
Member of the European Parliament · PfE · PT
“Senhor Presidente, Senhora Comissária, na «Eneida», Virgílio lembra-nos que o sofrimento dos mortais interpela a consciência dos homens. Perante a dor humana, a Europa não pode virar o rosto. A nossa ajuda deve continuar a proteger os mais vulneráveis e aqueles que arriscam a vida para os socorrer.”
“Com centenas de milhões de pessoas a necessitar de assistência, cada euro perdido em burocracia, opacidade ou dispersão é um euro subtraído a quem dele mais precisa. Porque a lição de Eneias permanece atual: a compaixão honra uma civilização, mas só a responsabilidade garante que ela perdure. 4-0023-0000”
“Senhora Presidente, Senhora Comissária, Gaston Bachelard escreveu que o fogo é a maior ambiguidade da experiência humana. Desde que o primeiro homem contemplou uma chama, percebemos porquê. O fogo aquece e destrói; ilumina e consome; brilha no Paraíso e queima no Inferno. Mas, acima de tudo, o fogo foi sempre o símbolo da prova.”
“Sempre que entram nas chamas para proteger os outros, as casas dos outros, as vidas dos outros, os bombeiros portugueses passam, uma vez mais, pela prova de fogo. É aí, face a face com as chamas, que se prova que aqueles homens e mulheres são autenticamente feitos de ouro. Portugal está a ferro e fogo.”
“Senhor Presidente, onde estão as mulheres? Uma delegação política nunca entra sozinha numa sala. Traz consigo uma visão do mundo, os seus símbolos e a sua ordem moral. Onde estão as mulheres? Quando a União Europeia recebe os talibãs, recebe mais do que uma delegação, recebe um símbolo.”
“Senhora Presidente, Senhora Comissária, «Enquanto sobre a terra houver ignorância e miséria, livros como este não serão inúteis», escreveu Victor Hugo na nota introdutória a Os Miseráveis. Victor Hugo compreendeu que a miséria explica demasiado, mas não explica tudo. Em Os Miseráveis, ninguém é reduzido à sua miséria.”
The complete record
Every one of 92 lines we hold for Tiago Moreira de Sá, in date order, each linked to its source. Free to read, in full, without an account. Page 2 of 2.
“Senhora Presidente, em 1945, ao contemplar o poder devastador da bomba atómica, Oppenheimer, líder do Projeto Manhattan, citou as escrituras védicas hindus: «Agora tornei‑me a Morte, o destruidor de mundos.» A proliferação nuclear é a mais grave ameaça à segurança internacional. Ela é o veneno lento da nossa era: silenciosa, estratégica, implacável. Cada instalação clandestina, cada centrífuga escondida no deserto, é um passo mais perto da destruição de mundos. Quando, no Irão, a tirania dos Aiatolas avançava clandestinamente nesse caminho, ameaçando não apenas os seus vizinhos, mas a paz mundial, foi preciso dizer «Não». E temos de agradecer a Donald Trump tê‑lo feito. Ao ordenar a destruição cirúrgica de três instalações nucleares iranianas, Trump não destruiu mundos. Trump preservou mundos.”
“O remédio, sem medida, faz adoecer. Até o bem, quando desgovernado, pode destruir. Para que não destruamos a coesão dos nossos países e a Europa de Schengen, combateremos o reagrupamento familiar de migrantes. 1-0243-0000”
“Senhor Presidente, na doutrina da Ordo Amoris, Santo Agostinho ensinava que o amor deve ser ordenado: do mais próximo para o mais afastado. Primeiro a Deus, depois à família, à comunidade e só depois aos mais distantes. Hoje, com o reagrupamento familiar no centro da política migratória, é essencial afirmar a nossa posição frontalmente contra políticas que promovem a imigração descontrolada. Portugal já tem 1,6 milhões de imigrantes. Sem limites, ultrapassaremos os 2 milhões. Esta pressão apaga a nossa identidade, compromete a nossa segurança, desafia a coesão nacional e coloca em risco Schengen, que celebra agora 40 anos. Temos de ter coração, mas também cabeça. A generosidade não tem de ser ingénua. A nossa primeira obrigação é com a nossa comunidade e com quem nos elegeu. O rio fora do leito torna-se dilúvio.”
“Em 2023, o Serviço para a Ação Externa geriu milhares de milhões de euros, mas a eficácia destes fundos em países terceiros permanece opaca, com relatórios do Tribunal de Contas a apontarem fragilidades graves e riscos sérios de corrupção. É tempo de atacar o desperdício em programas politicamente orientados que consomem recursos sem resultados tangíveis. Não precisamos de Leviatãs; precisamos de sociedades abertas, assentes na liberdade individual e na gestão escrupulosa da coisa pública. 2-0315-0000 PRESIDENZA: PINA PICIERNO Vicepresidente 2-0316-0000”
“Senhor Presidente, a monumental obra «Leviatã», de Thomas Hobbes, remete-nos para a imagem de um Estado monstruoso no tamanho e absoluto nos poderes, que se transforma num fim em si mesmo e vive para a sua própria sobrevivência e expansão. Os orçamentos da União Europeia — o que está hoje em discussão e os anteriores — parecem-se cada vez mais com o Leviatã de Hobbes, um monstro financeiro descomunal, sustentado pelos contribuintes, mas dedicado sobretudo a uma máquina burocrática que não para de crescer. Em particular no que diz respeito aos fundos do desenvolvimento, este orçamento reflete uma preocupante falta de rigor e de escrutínio.”
“A responsabilidade histórica que temos hoje é a mesma que Madison teve no seu tempo: assegurar que a prevenção de um mal nunca se faça à custa da liberdade, seja dos indivíduos, seja, neste caso também, dos Estados. Porque a liberdade não é o preço da segurança; é a sua condição moral. 1-0229-0000”
“Senhora Presidente, quando James Madison elaborou as primeiras 10 emendas à Constituição dos Estados Unidos, que ficaram conhecidas como «Bill of Rights», fê-lo para garantir que, mesmo numa república acabada de nascer de uma guerra, a liberdade era constitucionalmente protegida. O acordo «Pandemic», que deverá ser aprovado na próxima sessão da World Health Assembly, em Genebra, evoca intenções nobres, como proteger a saúde global. Está bem, mas deve ser encarado com cautelas e máxima vigilância. Há quatro áreas onde essa vigilância é absolutamente crítica — as liberdades individuais, a soberania nacional, a confidencialidade dos dados genéticos e a liberdade de expressão.”
“– Nous passons aux explications de vote sur la mise en œuvre de la politique étrangère et de sécurité commune. 3-0512-0000”
“(A10-0010/2025 - David McAllister)" \f ITC "19.1 - Execução da política externa e de segurança comum – relatório anual de 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f JTC "19.1 - Punerea în aplicare a politicii externe și de securitate comune - raportul anual pe 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f KTC "19.1 - Vykonávanie spoločnej zahraničnej a bezpečnostnej politiky – výročná správa za rok 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f LTC "19.1 - Izvajanje skupne zunanje in varnostne politike – letno poročilo za leto 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f MTC "19.1 - Yhteisen ulko- ja turvallisuuspolitiikan täytäntöönpano – vuosikertomus 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f NTC "19.1 - Genomförandet av den gemensamma utrikes- och säkerhetspolitiken – årsrapport 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f O19.1Mise en œuvre de la politique étrangère et de sécurité commune – rapport annuel 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister) 3-0511-0000 Le Président.”
“évi éves jelentés (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f FTC "19.1 - L-implimentazzjoni tal-politika estera u ta’ sigurtà komuni – rapport annwali 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f GTC "19.1 - Tenuitvoerlegging van het gemeenschappelijk buitenlands en veiligheidsbeleid - jaarverslag 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f HTC "19.1 - Realizacja wspólnej polityki zagranicznej i bezpieczeństwa – sprawozdanie roczne za 2024 r.”
“(A10-0010/2025 - David McAllister)" \f BTC "19.1 - Attuazione della politica estera e di sicurezza comune – relazione annuale 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f CTC "19.1 - 2024. gada ziņojums par kopējās ārpolitikas un drošības politikas īstenošanu (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f DTC "19.1 - 2024 m. metinis pranešimas dėl bendros užsienio ir saugumo politikos įgyvendinimo (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f ETC "19.1 - A közös kül- és biztonságpolitika végrehajtása – 2024.”
“– L’ordre du jour appelle à présent les explications de vote. TC "19.1 - Изпълнение на общата външна политика и политика на сигурност – годишен доклад за 2024 г. (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f 1TC "19.1 - Aplicación de la política exterior y de seguridad común: informe anual 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f 2TC "19.1 - Provádění společné zahraniční a bezpečnostní politiky – výroční zpráva za rok 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f 3TC "19.1 - Gennemførelse af den fælles udenrigs- og sikkerhedspolitik – årsrapport 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f 4TC "19.1 - Umsetzung der Gemeinsamen Außen- und Sicherheitspolitik – Jahresbericht 2024 (A10-0010/2025 - David McAllister)" \f 5TC "19.1 - Ühise välis- ja julgeolekupoliitika rakendamist käsitlev 2024.”
“We will continue this support and the quest for a free and democratic Belarus as part of a peaceful Europe. 3-0507-0000 Le Président. – Le débat est clos. Le vote aura lieu demain. TC "19 - Oбяснения на вот" \f "1"TC "19 - Explicaciones de voto" \f "2"TC "19 - Vysvětlení hlasování" \f "3"TC "19 - Stemmeforklaringer" \f "4"TC "19 - Erklärungen zur Abstimmung" \f "5"TC "19 - Hääletuste selgitused" \f "6"TC "19 - Αιτιολογήσεις ψήφου" \f "7"TC "19 - Explanations of votes" \f "8"TC "19 - Explications de votes" \f "9"TC "19 - Mínithe ar na vótálacha" \f "A"TC "19 - Obrazloženja glasovanja" \f "B"TC "19 - Dichiarazioni di voto" \f "C"TC "19 - Balsojumu skaidrojumi" \f "D"TC "19 - Paaiškinimai dėl balsavimo" \f "E"TC "19 - A szavazások indokolása" \f "F"TC "19 - Spjegazzjonijiet tal-vot" \f "G"TC "19 - Stemverklaringen" \f "H"TC "19 - Wyjaśnienia stanowiska zajętego w głosowaniu" \f "I"TC "19 - Declarações de voto" \f "J"TC "19 - Explicațiile voturilor" \f "K"TC "19 - Vysvetlenie hlasovania" \f "L"TC "19 - Obrazložitev glasovanja" \f "M"TC "19 - Äänestysselitykset" \f "N"TC "19 - Röstförklaringar" \f "O"Explications de votes 3-0509-0000 Le Président.”
“Even though we have seen almost 260 people released since July 2024, the repression does not stop and does not decrease. The EU continues to support Belarusian democratic forces under the leadership of Svetlana Tsikhanouskaya and Belarusian civil society. In December last year, we reaffirmed our commitment with a new contribution of EUR 30 million for the people of Belarus. This brings our overall support to EUR 170 million since 2020. The European Union will continue to stand firm in its commitment and support the people of Belarus. We will continue to exert pressure on the regime with every tool at our disposal, as well as demand justice for the perpetrators of human rights violations, as demonstrated in December last year during the Belarus days in Brussels. The European Union stands in solidarity with the people of Belarus.”
“In response to those and other violations by the regime since 2020, the EU has been pursuing a twofold strategy: pursuing and isolating the regime and supporting the Belarusian people. On 27 March, the European Union adopted new restrictive measures against the regime in the context of the so-called 'election' in January: 25 individuals and seven entities were sanctioned for their support of the repressive regime, as well as its complicity in Russia's illegal war against Ukraine. We are supporting judicial efforts against the perpetrators, leading resolutions at the Human Rights Council and supporting the International Accountability Platform for Belarus. The EU has continued to raise awareness about the situation of political prisoners and urge their immediate Egypt and unconditional release.”
“Nearly 1 200 political prisoners still remain behind bars in appalling conditions, with many of them denied access to any contact with the outside world. All voices of dissidence, including civil society organisations and independent media, have been dismantled. The latest persecutions by the regime's Investigative Committee against peaceful protesters in European cities reaches beyond Belarus' borders, threatening those in exile and those who support democracy from afar. This is not the first time that the regime tries to intimidate and repress those who fled the country. For instance, it is currently impossible to apply for a Belarusian passport or any other documents abroad. What we are seeing this time is illegitimate judicial persecution in absentia against peaceful dissidents.”
“В Молдова арестуваха ръководителката на гагаузкия автономен регион Евгения Гуцу, която не се страхува да критикува любимата на Брюксел молдовска президентка Мая Санду. Граждани на държави – членки на Европейския съюз, също стават обект на съдебно преследване, само защото са дръзнали да се противопоставят на брюкселската пропаганда. Така че, уважаеми лидери на ЕС, не гледайте сламката в окото на Русия или Беларус. Вижте гредите във вашите собствени очи. 3-0506-0000 Hadja Lahbib, Member of the Commission. – Mr President, honourable Members of Parliament, the situation in Belarus is alarming and still deteriorating. The Lukashenka regime is escalating its campaign of fear, repression and persecution.”
“3-0505-0000 Волгин Петър, от името на групата ESN. – Колеги, американският вицепрезидент Джей Ди Ванс наскоро каза, че най-голямата заплаха за Европа идва не от външни играчи, а от факта, че тя се отказва от основни свои ценности. Да, Евросъюзът потъпква както свободата, така и демокрацията. Евроначалниците постоянно се упражняват в писане на резолюции срещу Русия, Китай, Беларус и в същото време не спазват човешките права в собствените си държави. В Румъния, която според Брюксел била свръхдемократична държава, отмениха изборите и забраниха на неудобния кандидат Калин Джорджеску да участва в новия вот. Във Франция използваха съда, за да елиминират най-вероятната победителка на следващите избори Марин льо Пен.”
“3-0503-0000 Vytenis Povilas Andriukaitis, on behalf of the S&D Group. – Mr President, Commissioner, colleagues, once again at the European Parliament we discuss the tricks of Lukashenka's regime to further tighten the grip of his power. I totally agree that we should impose sanctions against the individuals running the Investigative Committee. But we should also discuss how we can help each and every political prisoner who is held behind the bars by the regime, especially for those high-profile political prisoners such as Mikalai Statkevich or Maria Kolesnikova. We need to seek a prisoner exchange similar to the one organised with Putin's regime in August 2024. I am not naive – Lukashenka will not stop persecuting political opponents.”
“Kun demokratiaa murennetaan yhdellä Euroopan alueella, me emme voi olla vain huolissamme, tarvitsemme vahvempia pakotteita ja kovempia sanktioita. Meidän on lisättävä painetta poliittisten vankien vapauttamiseksi ja seistävä riippumattoman median sekä ihmisoikeuksien puolustajien tukena. Jokainen vaiennettu ääni on menetys meille kaikille, jotka uskomme demokratiaan ja oikeusvaltioon. Meidän velvollisuutemme on varmistaa, että he eivät jää yksin. Euroopan unionin on oltava se voima, joka murtaa autoritäärisiä johtajia ja pelon ilmapiiriä rakentamalla toivoa ja vakautta. 3-0502-0000 Michał Szczerba, on behalf of the PPE Group. – Mr President, Vice-President, dear Commissioner, the Lukashenka regime is tightening its grip. The threats from the Investigative Committee are yet another sign that no one is safe.”
“She was sentenced to 12 years in prison and had her property take away just for protesting peacefully. Her story. Just one of the thousands. Belarus is losing what little independence it has left. Putin may soon take full control, turning this country into a base of new wars. That is why standing with the people of Belarus who want freedom is more important than ever. (the speaker finishes in a non-EU language) 3-0501-0000 Merja Kyllönen, laatija. – Arvoisa puhemies, Lukašenkan hallinto ei ainoastaan riko räikeästi omien kansalaistensa perusoikeuksia, se uhkaa myös alueellista vakautta ja turvallisuutta. Väkivallan, vainon ja pelon ilmapiiri Valko-Venäjällä on seurausta autoritaarisesta hallinnosta, joka ei kaihda keinoja pysyäkseen vallassa.”
“3-0499-0000 Helmut Brandstätter, author. – Madam President, Madame Commissaire, Belarusians are Europeans just like us – they share our values, they want to live with us, and one day they will find their rightful place in the European family. Until then, they have to fight for freedom, and we have to support them. Especially, we have to support now their political prisoners. Sergei Tsikhanouski is one of them, and he's in prison because he wanted to run against the president. Then his wife took over the fight for freedom, and she had to leave the country, although she won the presidency. When I talked to her last time, she told me that for more than two years she hasn't heard anything about her husband. So you see what a cruel regime it is. Today, on 2 April, Lukashenka and Putin say they have a day of unity.”
“To zakładniczki reżimu Łukaszenki. Wiktoria Kulsza umiera na naszych oczach. Przechodzi piekło tortur. Próby samobójcze, głodówki, wyniszczenie organizmu i psychiki. Administracja kolonii przekształciła więzienie w obóz koncentracyjny XXI wieku. Volha Majorawa traci wzrok. Odmawia się jej leczenia. Reżim uznał ją za terrorystkę, aby móc powoli ją uśmiercać. Alona Hnauk nie wie, że jej dzieci uciekły przed prześladowaniami. Odcięta od świata, brutalnie eksploatowana, pozbawiona godności. Andrzej Poczobut, białoruski i polski dziennikarz, więzień sumienia – zamknięty w kolonii karnej o najostrzejszym rygorze, poddawany psychicznym i fizycznym represjom tylko za to, że jest głosem prawdy. Europa musi działać natychmiast. Każdy dzień zwłoki to kolejne ofiary łukaszenkowskiego terroru. Żądamy sankcji, żądamy pełnej izolacji reżimu!”
“And let us not forget, while the EU has invested in time and effort to treat Belarus differently, step by step, Belarus has become a Russian puppet state. We cannot ignore this. The deepening cooperation between Minsk and Moscow, their coordination in military intelligence and other fields pose a direct threat not only to the Belarusian people, but also to the security of EU. The European Union must stand with the people of Belarus. We must support the people's desire to live in a free, democratic and prosperous Belarus. Zhyve Belarus! 3-0498-0000 Małgorzata Gosiewska, autorka. – Panie Przewodniczący! Dziś w sercu Europy musimy powiedzieć głośno: Białoruś to krwawiąca rana Europy! Wiktoria Kulsza – 1605 dni w niewoli. Volha Majorawa – 1544, Alona Hnauk – 1172 dni w niewoli. Te kobiety nie są więźniarkami.”
“In fact, thousands of political prisoners languish in inhuman conditions, subject to torture simply because of their desire to live in a free and democratic country. The independent press has been shattered, journalists silenced, media outlets banned, and representatives of civil society imprisoned. The media is replaced by a Soviet style of propaganda. This has to stop. Instead of 'condemning' and 'urging', we have to act. And the real act is to double down on sanctions against those who enable this inhuman regime. Because Lukashenka's oppression, built on electoral fraud and a systematic crackdown on citizens, represents a direct threat, an assault on the fundamental principles of democracy, human rights and freedom – our core values.”
“TC "18.3 - Непосредствен риск от по-нататъшни репресии от страна на режима на Лукашенко в Беларус –заплахи от страна на Следствения комитет (разискване)" \f 1TC "18.3 - Riesgo inminente de una mayor represión por parte del régimen de Lukashenka en Bielorrusia: amenazas procedentes de la Comisión de Investigación (debate)" \f 2TC "18.3 - Bezprostřední riziko dalších represí Lukašenkova režimu v Bělorusku – hrozby vyšetřovacího výboru (rozprava)" \f 3TC "18.3 - Den umiddelbare risiko for Lukasjenka-regimets yderligere undertrykkelse i Belarus: trusler fra undersøgelseskomitéen (forhandling)" \f 4TC "18.3 - Unmittelbare Gefahr weiterer Repressionen durch das Lukaschenka-Regime in Belarus und vom Ermittlungskomitee geäußerte Drohungen (Aussprache)" \f 5TC "18.3 - Lukašenka režiimi edasiste repressioonide vahetu oht Valgevenes ja uurimiskomisjoni ähvardused (arutelu)" \f 6TC "18.3 - Άμεσος κίνδυνος περαιτέρω καταστολής από το καθεστώς Lukashenka στη Λευκορωσία: απειλές από την Ανακριτική Επιτροπή (συζήτηση)" \f 7TC "18.3 - Immediate risk of further repression by Lukashenka’s regime in Belarus - threats from the Investigative Committee (debate)" \f 8TC "18.3 - Risque imminent de répression accrue de la part du régime de Loukachenko en Biélorussie: menaces provenant du Comité d'enquête (débat)" \f 9TC "18.3 - An baol láithreach go méadóidh réimeas Lukashenko an brú faoi chois sa Bhealarúis: bagairtí ón gCoiste Fiosrúcháin (díospóireacht)" \f ATC "18.3 - Neposredan rizik od daljnje represije Lukašenkina režima u Bjelarusu: prijetnje Istražnog odbora (rasprava)" \f BTC "18.3 - Rischio immediato di un'ulteriore repressione da parte del regime di Lukashenko in Bielorussia: minacce da parte del comitato investigativo (discussione)" \f CTC "18.3 - Akūts Lukašenko režīma represiju pieauguma risks Baltkrievijā - Izmeklēšanas komitejas draudi (debates)" \f DTC "18.3 - Tiesioginė tolesnių Lukašenkos režimo represijų grėsmė Baltarusijoje: tyrimų komiteto grasinimai (diskusijos)" \f ETC "18.3 - A Lukasenka-rezsim általi fokozódó elnyomás közvetlen kockázata: a Vizsgálóbizottság fenyegetései (vita)" \f FTC "18.3 - Ir-riskju imminenti ta’ repressjoni ulterjuri mir-reġim ta’ Lukashenka fil-Belarussja: theddid mill-Kumitat Investigattiv (dibattitu)" \f GTC "18.3 - Onmiddellijk risico van verdere repressie door het regime van Loekasjenko in Belarus: bedreigingen afkomstig van het onderzoekscomité (debat)" \f HTC "18.3 - Bezpośrednie ryzyko dalszych represji stosowanych przez reżim Łukaszenki na Białorusi: zagrożenia ze strony komisji śledczej (debata)" \f ITC "18.3 - Risco iminente de mais repressão por parte do regime de Lukashenko na Bielorrússia: ameaças da comissão de inquérito (debate)" \f JTC "18.3 - Riscul imediat de înăsprire a represiunilor exercitate de regimul Lukașenka în Belarus: amenințările din partea Comisiei de anchetă (dezbatere)" \f KTC "18.3 - Bezprostredné riziko ďalších represií Lukašenkovho režimu v Bielorusku: hrozby vyšetrovacieho výboru (rozprava)" \f LTC "18.3 - Neposredno tveganje še večje represije s strani Lukašenkovega režima v Belorusiji: grožnje preiskovalnega odbora (razprava)" \f MTC "18.3 - Lukašenkan hallinnon uusien sortotoimien välitön vaara Valko-Venäjällä – tutkintakomitean esittämät uhkaukset (keskustelu)" \f NTC "18.3 - Den omedelbara risken för ytterligare förtryck av Lukasjenkas regim i Belarus: hot från undersökningskommittén (debatt)" \f O18.3Risque imminent de répression accrue de la part du régime de Loukachenko en Biélorussie: menaces provenant du Comité d'enquête (débat) 3-0496-0000 Le Président.”
“Since 2011, the EU has in place restrictive measures related to serious human rights violations, which have been substantially extended in recent years, and this approach will continue as long as necessary. When it comes to the IRGC listing as a terrorist organisation, such a decision has been brought in front of the Council. Ultimately, the addition of entities or individuals to the so-called EU terrorist list is subject to a decision by the Council of the European Union by unanimity of all EU 27 Member States. 3-0494-0000 Le Président. – Le débat est clos. Le vote aura lieu demain.”
“Again, a few days ago at the Human Rights Council in Geneva, the EU expressed – in full unity of its 2027 Member States – a strong position on the critical human rights situation in Iran, including on the dramatic rise of executions. The EU urged Iran to immediately introduce a moratorium on executions and subsequently abolish capital punishment altogether. At the same time, the EU uses communication channels to Iran to convey such positions directly, including the imperative to uphold the due process rights of accused individuals. Allow me to say once again that the EU will continue to be vocal and urge Iran to reverse this worrying pace of executions. We will continue to hold those responsible for human rights abuses and violations accountable.”
“We therefore also call on the Iranian authorities to spare the lives of the two activists mentioned in today's debate, Behrouz Ehsani and Mehdi Hassani, who are at imminent risk of execution. This worrying practice to use the death penalty affects also European nationals. Dr Ahmadreza Djalali has been arbitrarily detained in Iran for many years and is also at high risk of execution. The death penalty as a tool of repression against political dissidents and protesters is a matter of serious concern. Following the crackdown on the 2022 nationwide protests, the EU adopted 10 packages of targeted sanctions. We are also a strong supporter of the UN accountability mechanisms, the UN special rapporteur and the international fact-finding mission.”
“The report of the UN special rapporteur, issued last week at the Human Rights Council in Geneva, points out that more than half of the death penalties imposed in Iran were for drug offences, national security offences and sexual offences. The use of capital punishment for these offences stands in stark contrast to Iran's commitments under the International Covenant on Civil and Political Rights, which restricts the application of capital punishment to the most serious crimes. Our policy approach towards Iran aims to address all issues of concern. And this includes the use of capital punishment. The EU has a strong, unequivocal and long-standing opposition to the death penalty at all times and in all circumstances.”
“No Irão, as execuções, em especial as públicas, são tipicamente perpetradas ao amanhecer, como se o regime pondo fim a uma vida, no exato instante em que o mundo recomeça, quisesse interromper a transição inevitável entre a noite e o dia, entre a escuridão e a luz. Mas um dia o regime das trevas verá, finalmente, o seu último nascer do sol. 3-0492-0000 (Fin des interventions à la demande) 3-0493-0000 Hadja Lahbib, Member of the Commission. – Mr President, honourable Members of the European Parliament, the EU monitors the human rights situation in Iran very closely. The current pace of executions is appalling. Iran is setting a new, terrifying record of executions every year. Last year alone, more than 900 executions were recorded, which was the highest number since 2015.”
“Senhor Presidente, a vaga de execuções que assola o Irão expõe, uma vez mais, a natureza de um regime que não governa, assombra. O Irão não é apenas um regime político. É uma noite sem estrelas, um projeto teológico de trevas, um imenso eclipse moral dedicado a apagar, sob a mesma crueldade, a luz da razão, a chama da liberdade e o brilho da mulher. Contra essa escuridão pesada e anacrónica, os Acordos de Abraão são mais do que diplomacia, são a centelha de um novo princípio, rasgando como a aurora, uma longa noite. São Abraão, o patriarca do possível, enfrentando Khomeini, o fanático do absoluto. Neste combate entre os descendentes da promessa e os sacerdotes da punição, entre a luz de Abraão e as trevas de Khomeini, o que está em causa é a alma de uma civilização.”
“A Europa com menos regulação, menos impostos, mais competitividade económica e tecnológica. Devolvamos aos jovens a Europa capaz de controlar a imigração ilegal, de defender a sua identidade e de fazer um combate sem tréguas à corrupção que corrói as instituições democráticas. A Europa das Ivy Leagues, das universidades de referência. A solução não está apenas em fazer regressar os nossos novos talentos, mas em reverter o declínio que os expulsa. Só assim seremos, não uma fábrica de exilados, mas um polo de talentos. 3-0251-0000”
“Senhor Presidente, a fuga dos jovens europeus mais talentosos é um sintoma de um problema mais de fundo: o declínio da Europa. Essa fuga é um alerta, um sistema de sinalização na estrada da História. É nos seus jovens que as civilizações veem o seu próprio futuro, e aquilo que eles nos dizem, ao partir, é claro: a Europa não tem futuro e perde todos os dias terreno para os Estados Unidos, a Ásia e mesmo partes do Médio Oriente. Devolvamos aos jovens a Europa que vive de acordo com o famoso imperativo normativo transmitido por Polónio ao seu filho Laertes, no Hamlet, de Shakespeare: «Sê fiel a ti mesmo e disso há de seguir-se, como a noite ao dia, que a ninguém poderás ser falso.» Devolvamos aos jovens a Europa amiga da liberdade. A Europa centrada no indivíduo e nas famílias, não no Estado.”
“É imperativo criar um Departamento Europeu para a Eficiência Governamental. Este organismo vai garantir que cada euro é gasto de forma transparente e responsável, assegurando que os financiamentos não servem interesses ocultos, mas, sim, o bem comum. 1-0212-0000”
“Senhora Presidente, recentemente, o Departamento de Eficiência Governamental, liderado por Elon Musk, revelou financiamentos ocultos da USAID a órgãos de comunicação como o Politico e a BBC, bem como a ONG associadas a ideologias específicas. Este escândalo expôs a falta de transparência no uso de fundos públicos nos Estados Unidos. Na União Europeia, enfrentamos desafios semelhantes. Temos o direito de saber para onde vai o dinheiro dos nossos contribuintes, que projetos são financiados, quem beneficia dos fundos europeus destinados à Ajuda Pública ao Desenvolvimento. Que think tanks, que órgãos de comunicação social foram financiados pela Comissão Europeia? Que política estamos, sem saber, a subsidiar? Sem respostas claras, a confiança nas instituições europeias é abalada e a democracia, enfraquecida.”
“Estamos em contacto constante com os empresários e trabalhadores dos setores abrangidos pelo Acordo, pois ninguém conhece melhor a realidade do que eles. As suas preocupações são legítimas, especialmente face à concorrência de produtos de países terceiros que não cumprem os mesmos padrões de qualidade e segurança que exigimos aos nossos produtores. Temos a obrigação de garantir uma concorrência leal e justa, e de assegurar que os nossos setores produtivos são devidamente salvaguardados. Assim o faremos. 4-0055-0000”
“Senhora Presidente, Senhor Comissário, apoiamos firmemente o comércio livre, reconhecendo os seus benefícios para o crescimento económico e a prosperidade das nações. Conhecemos bem a história dos anos 20 e 30 do século passado e não queremos repeti‑la. Acreditamos também que o Acordo da União Europeia‑Mercosul tem vantagens geopolíticas, como a contenção da influência crescente da China na América do Sul e o fortalecimento do eixo Atlântico da Europa. Mas, como sempre, definiremos as nossas posições em função dos nossos interesses nacionais, especialmente os dos nossos agricultores, pescadores, industriais e pequenos e médios comerciantes, que constituem a espinha dorsal da nossa economia.”
“Se, em eleições livres e justas, o povo tivesse escolhido quem lá está no poder agora, a questão seria diferente, mas unanimemente sabe que não foi isso que aconteceu. E é justamente o respeito pelo povo que está aqui em causa. 2-0483-0000”
“Não vos esqueceremos e não vos falharemos. (O orador aceita responder a uma pergunta «cartão azul») 2-0481-0000 João Oliveira (The Left), Pergunta segundo o procedimento «cartão azul». – Senhor Deputado Moreira de Sá, fez hoje aqui uma intervenção que junta o Chega, o PS, o PSD, a Iniciativa Liberal e o CDS, num coro contra as decisões que o povo venezuelano há mais de 20 anos vai tomando. Nós percebemos o incómodo da extrema-direita com as decisões que o povo venezuelano tem tomado nos últimos 20 anos. A extrema-direita não se conforma com as transformações sociais que os venezuelanos estão a percorrer e a pergunta que lhe queria fazer é se não tem uma palavra de respeito pelas decisões do povo venezuelano.”
“Edmundo González, reconhecido por várias instituições europeias como o presidente legítimo da Venezuela, representa uma alternativa democrática. Na questão da Venezuela, a União Europeia deve agir com firmeza e liderança. Proponho que a União organize uma conferência internacional para coordenar apoio político e económico à Venezuela. Este esforço inédito deve incluir o reforço de sanções dirigidas ao regime de Maduro, enquanto se oferece apoio a González e Corina Machado para preparar uma transição futura de poder. A Europa deve trabalhar lado a lado com os Estados Unidos, aproveitando a oportunidade da nova administração Trump para pressionar uma transição democrática no país. Por fim, uma palavra à comunidade portuguesa na Venezuela, gente de trabalho e resiliência, que ajudou a construir o país e, agora, enfrenta desafios imensos.”
“Senhor Presidente, a Venezuela atravessa uma das piores crises da sua história. Este país, outrora líder na América Latina, está em colapso. Em 1998, o PIB per capita ultrapassava os 8 000 dólares. Hoje é de apenas 1 500. Mais de 40 % da população vive em pobreza extrema e quase sete milhões de venezuelanos abandonaram o país, procurando refúgio no exterior. Esta tragédia é o resultado direto da corrupção, da má gestão e do autoritarismo dos regimes de Hugo Chávez e Nicolás Maduro. Os serviços básicos estão destruídos: hospitais sem medicamentos e escolas onde milhares de crianças perderam o acesso à educação e à alimentação. Apesar disso, a resistência persiste. Maria Corina Machado enfrenta perseguições constantes e até tentativas de rapto, mas mantém viva a esperança de milhões de venezuelanos.”