João Oliveira
Member of the European Parliament · The Left · PT
“Senhora Presidente, Senhora Comissária Lahbib, a prevenção e o combate aos incêndios exigem a valorização do mundo rural, exigem o investimento nos serviços públicos e nas estruturas de proteção civil. Quando se defende a competitividade, esmagam-se as pequenas empresas e os pequenos produtores.”
“Senhor Presidente, Senhora Comissária Šuica, enquanto discutimos a reconstrução de Gaza, a destruição no terreno continua. O cessar-fogo é uma mentira.”
“Senhora Presidente, Senhor Comissário Costas Kadis, é preciso atuar em duas dimensões: por um lado, combater a toxicodependência, fazendo desaparecer o negócio lucrativo do narcotráfico; por outro lado, combater o tráfico de droga e as redes criminosas que nele florescem. Em ambas as dimensões, o papel dos Estados é determinante.”
“Ao mesmo tempo, precisamos de nos libertar das imposições da UE sobre os orçamentos nacionais que condicionam o investimento público, que é essencial para todos estes objetivos.”
“Nem o relatório da Comissão de Inquérito das Nações Unidas, que denuncia o genocídio e os crimes cometidos por Israel contra as crianças, faz a União Europeia corar de vergonha e reverter o caminho. Mas esse tem de ser o sentido: garantir o respeito pelos direitos do povo palestiniano, pôr fim ao genocídio. 3-0264-0000”
“Precisamos de melhor planeamento, precisamos de melhor abordagem às questões da prevenção dos incêndios. Mas nada disto se consegue fazer se não houver da parte dos Estados a capacidade e os meios para fazerem face às suas responsabilidades, incluindo nestas áreas que sublinhei. 3-0141-0000”
The complete record
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“Ao mesmo tempo, precisamos de nos libertar das imposições da UE sobre os orçamentos nacionais que condicionam o investimento público, que é essencial para todos estes objetivos. E não podemos permitir que o combate ao narcotráfico seja o pretexto para a militarização, para justificar medidas de vigilância indiscriminada sobre os cidadãos, ou para propagandear suspeitas e preconceitos de natureza racista e xenófoba, como infelizmente acabámos de ouvir nas últimas intervenções feitas pela extrema‑direita. 3-0325-0000”
“Senhora Presidente, Senhor Comissário Costas Kadis, é preciso atuar em duas dimensões: por um lado, combater a toxicodependência, fazendo desaparecer o negócio lucrativo do narcotráfico; por outro lado, combater o tráfico de droga e as redes criminosas que nele florescem. Em ambas as dimensões, o papel dos Estados é determinante. Para vencer este combate, precisamos de políticas eficazes de combate à toxicodependência, serviços públicos de saúde e inserção social robustos, de investimento público no tratamento e reabilitação dos consumidores. Precisamos também de medidas de política criminal adequadas e de investimento nas forças e serviços de segurança nacionais, incluindo nas alfândegas, melhorando as condições de trabalho dos seus profissionais e reforçando a sua capacidade operacional.”
“Nem o relatório da Comissão de Inquérito das Nações Unidas, que denuncia o genocídio e os crimes cometidos por Israel contra as crianças, faz a União Europeia corar de vergonha e reverter o caminho. Mas esse tem de ser o sentido: garantir o respeito pelos direitos do povo palestiniano, pôr fim ao genocídio. 3-0264-0000”
“Senhor Presidente, Senhora Comissária Šuica, enquanto discutimos a reconstrução de Gaza, a destruição no terreno continua. O cessar-fogo é uma mentira. Israel continua a assassinar palestinianos, a impedir a entrada da ajuda humanitária de que necessitam, a atacar acampamentos de palestinianos desalojados, a destruir infraestruturas civis, algumas delas construídas com financiamento da União Europeia. Enquanto aqui discutimos a responsabilização de Israel pelas violações do direito internacional, a União Europeia mantém a sua plena cumplicidade com o genocídio. A Senhora Comissária foi a Israel para reafirmar que as relações políticas, económicas e até de cooperação militar com Israel se mantêm a todo o vapor: a prova mais evidente da cumplicidade da União Europeia com o genocídio está aqui.”
“Precisamos de melhor planeamento, precisamos de melhor abordagem às questões da prevenção dos incêndios. Mas nada disto se consegue fazer se não houver da parte dos Estados a capacidade e os meios para fazerem face às suas responsabilidades, incluindo nestas áreas que sublinhei. 3-0141-0000”
“Senhora Presidente, Senhora Comissária Lahbib, a prevenção e o combate aos incêndios exigem a valorização do mundo rural, exigem o investimento nos serviços públicos e nas estruturas de proteção civil. Quando se defende a competitividade, esmagam-se as pequenas empresas e os pequenos produtores. Quando se defende a militarização, desviando os recursos da PAC e de outros fundos europeus que deviam apoiar os setores produtivos, arruína-se a agricultura familiar, e tudo isto contribui para a desertificação do mundo rural, transformando o território num barril de pólvora. Quando se impõem limitações orçamentais ao investimento dos Estados nos serviços públicos, condiciona-se a capacidade de ação dos serviços de saúde, condiciona-se a resposta da proteção civil. Tudo isso é absolutamente essencial ser revertido.”
“Das morgen zu unterstützen, dafür bedanke ich mich, und ich hoffe auf die weitere Arbeit, die es in diesem Hause geben wird, weil faire Mobilität – wir sehen es als Verpflichtung an, unseren Beitrag dazu zu leisten, damit das gelingt, für Sie alle da draußen, die auf die Freizügigkeit vertrauen und mobil sind. 1-0146-0000”
“Wir können noch viel besser sein, wenn es die Bereitschaft in allen Mitgliedstaaten dazu gäbe und auch die Investitionen, um Prozesse schneller, einfacher zu machen und auch, um Kontrollen zu vereinfachen. Aber hier gibt es noch viel zu tun. Jetzt steht morgen erst mal die Abstimmung an. Ich bitte alle, auch gerade die, die noch Zweifel haben, auf das Gesamtpaket zu gucken, auf das, was wir liefern, über den Schatten zu springen und dem morgen eine große Unterstützung zu geben – so wie wir es ja auch im Rat gesehen haben, mit 21 Mitgliedstaaten, die unterstützt haben. Deshalb noch einmal mein Plädoyer: Morgen ist die Abstimmung. Es ist schon historisch, wenn man zehn Jahre an einer Gesetzgebung arbeitet und Modernisierung und Systemwechsel hinkriegt.”
“Ich möchte der polnischen Kollegin noch mal sagen, dass wir neue Formen haben von Pluriaktivität, dass Menschen in mehr als zwei Mitgliedstaaten tätig sind – und wir brauchen gute Lösungen dafür, damit das keine Spirale nach unten wird. In der Tat liefern wir hier für die mobilen Beschäftigten, 14 Millionen Menschen – die vertrauen darauf, dass man das Recht auf Freizügigkeit auch mit Rechten für faire Mobilität unterlegt. Wir liefern auch für Unternehmen; das wird große Fortschritte in den Grenzregionen bringen, bei den Sozialversicherungsträgern, insgesamt. In der Tat – Kommissar Dombrovskis hat es gesagt –, wir lösen nicht alle Probleme. Wir hoffen auf das Paket zur fairen Mobilität, um hier weiterzumachen. Ich sage es Ihnen ganz ehrlich: Ich habe versucht, mit dem Verhandlungsteam lange mehr Druck zu machen für digitale Lösungen.”
“Mas é importante que isso seja tido em conta na circunstância em que outras iniciativas estão neste momento em curso, a partir das orientações assumidas pela Comissão Europeia, pondo em causa e em risco os sistemas de segurança social universais e solidários, nomeadamente através da União da Poupança e dos Investimentos, com a promoção dos sistemas complementares de reforma e com a tentativa de assalto aos recursos financeiros dos sistemas de segurança social. É bom que esses projetos não vão para diante. 1-0144-0000 (End of catch-the-eye procedure) 1-0145-0000 Gabriele Bischoff, Berichterstatterin. – Herr Präsident! Vielen Dank auch wirklich für die breite Unterstützung hier im Haus; das kann man sehen.”
“Senhor Presidente, a proposta que estamos a discutir procura manter direitos sociais, na reforma, no desemprego, na doença, a trabalhadores que desenvolveram a sua atividade em diferentes realidades nacionais. Parece-nos uma proposta positiva que contribui para que se encontrem soluções para as circunstâncias destes trabalhadores e não deixa de ser notável que, ao longo deste debate, a extrema-direita nem sequer tenha estado presente para acompanhar uma discussão que, afinal de contas, até é favorável aos interesses dos trabalhadores. Queria fazer, ainda assim, um sublinhado relativamente a esta questão que estamos a tratar agora: não há, nesta proposta, o objetivo de harmonização dos sistemas de segurança social e isso é positivo.”
“Das Triple A ist ganz wichtig, um sich am Markt zu finanzieren. Ich freue mich außerdem, dass es gelungen ist, Investitionen mit Wettbewerbsfähigkeit, wirtschaftlicher Tragfähigkeit zu verbinden, denn nachhaltige Investitionen und wirtschaftliche Stärke sind keine Gegensätze; sie müssen sich gegenseitig ergänzen. Ich bin überzeugt, dass dieser Bericht der EIB eine klare politische Orientierung gibt. Jetzt kommt es darauf an, diese Prioritäten umzusetzen und Europas Wettbewerbsfähigkeit, Sicherheit und Resilienz weiter zu stärken. 1-0122-0000”
“Für mich war es besonders wichtig, dass wir den Fokus stärker auf die Wettbewerbsfähigkeit legen, und dabei geht es nicht um die Stärkung der Starken, sondern darum, den kleinen und mittleren Unternehmen, die schwach sind oder nicht die guten Voraussetzungen haben, diese Voraussetzungen zu geben und sie praktisch in den Sattel zu heben. Es geht um Innovation, technologische Führungsrolle und vor allen Dingen aber auch darum, dass wir bei der künstlichen Intelligenz den Abstand zu Amerika und den anderen Großen aufholen. Ebenso entscheidend sind ein besserer Zugang zu den Finanzierungsmöglichkeiten für innovative Unternehmen, die Mobilisierung privaten Kapitals sowie der Erhalt der finanziellen Stärkung der EIB. Nur so kann sie dem Auftrag in ihrer Rolle als Investitionsbank Europas auch künftig gerecht werden.”
“– Herr Präsident, liebe Kolleginnen und Kollegen, Herr Kommissar, sehr geehrter Herr Vizepräsident! Zunächst darf ich mich herzlich bei allen Schattenberichterstattern sowie bei den Fraktionen für die konstruktive Zusammenarbeit bedanken. Die Verhandlungen waren intensiv, aber ich bin überzeugt, dass wir einen ausgewogenen Kompromiss gefunden haben, der die unterschiedlichen politischen Positionen angemessen berücksichtigt. Die heutige Debatte hat noch einmal unterstrichen, wie wichtig eine starke Europäische Investitionsbank für die Bewältigung der Investitionsherausforderungen Europas ist und dass wir natürlich großen Wert auch auf die Regionen legen, die noch nicht so gut entwickelt sind. Vielen Dank noch mal, Herr Vizepräsident, für Ihre Ausführungen gerade und die Richtigstellung.”
“Finally, let me just remind everybody that when it comes to the public in the European Union, to the investments they need to have electricity, to have drinking water, to have hospitals and railways, and to have employment, I think the EIB Group is one of the biggest funders in Europe and there would be far less drinking water investment without the EIB and without what we can offer to these public institutions when it comes to the loan tenor and the interest rates. So all in all, listening to you, I believe we are very much on the same line with most of you. And indeed, some elements like nuclear will also appear much more when it comes to our energy investments. 1-0120-0000 IN THE CHAIR: JAVI LÓPEZ Vice-President 1-0121-0000 Joachim Streit, Berichterstatter.”
“I think we are fully aware of that and even within security and defence, what we do, there is a special focus on the Member States on the eastern flank and they deserve to have our attention because of the situation they are in. So rest assured, the balance in the expansion of the numbers we can put into the market each year is still there. I also mentioned, like the Commissioner, housing. Thirdly, I agree it is all about speed and scale these days, and this is where the focus will lie in the coming years: how we can scale up fast, keep companies in Europe, keep employment in Europe and how we can speed up our procedures.”
“The important thing is that when we look at our European Tech Champions Initiative, which we are going to launch for its second round later this week, the whole idea is to also crowd in private capital, which means investors and insurers, but also pension funds. So, they are going to participate and through that, we try and offer a better alternative to those who are interested in maybe leaving the EU and going elsewhere – and we hope they do not. So, I think this is one of our priorities also for the next coming years. Secondly, on cohesion, if you look at the numbers, EUR 43 billion goes to cohesion projects, to cohesion regions. So, on EUR 100 billion, that is 43 %. I agree very much with those who have said: look at the eastern flank of the EU, it is vulnerable for many different reasons.”
“– Madam President, honourable Members, Commissioner, thank you for these interventions. I heard you very clearly about SMEs, about start-ups and about scale‑ups, especially regarding the strategic priorities of the EU. As I said, last year, we invested EUR 18 billion into them – not directly because we cannot with the organisation we have, but mostly indirectly through either commercial banks, private equity funds, venture capital funds. This system works very well and we are proud to say that when it comes to the economic field in Europe for SMEs, start‑ups and scale‑ups, we are a big player. I agree with those who have said we need more. We need to do more for these European companies, these very small European companies, who are the backbone of our economies and we are ready to do so.”
“Quando o Banco Europeu de Investimento põe pela frente a perspetiva do apoio à política dos campeões europeus, o que está a dizer é que vai abandonar as pequenas e médias empresas, vai abandonar a resposta que é preciso garantir aos apoios aos setores produtivos e às estratégias de desenvolvimento nacional em função da identificação que os Estados-Membros façam relativamente às suas prioridades. Quando nos dizem que a militarização é o objetivo prioritário a prosseguir, o que fica para trás é a resposta aos problemas sociais, é o apoio à disponibilização de mais habitação a preços acessíveis, é o apoio aos idosos e às pessoas com deficiência. Esses não são os critérios certos. 1-0118-0000 (Koniec zgłoszeń z sali) 1-0119-0000 Robert de Groot, Vice-President of the EIB.”
“Senhora Presidente, Senhor de Groot, o Banco Europeu de Investimento deve ter como objetivo prioritário a promoção da coesão económica, social e territorial. Quando põe à cabeça a lógica da competitividade, contraria precisamente esse objetivo, porque, na lógica da competitividade, aquilo que prevalece é a acentuação das assimetrias, deixando mais fortes aqueles que já estão mais fortes, permitindo o avanço daqueles que já têm melhores condições do ponto de vista económico e do desenvolvimento científico e tecnológico.”
“Senhora Presidente, o Parlamento Europeu não pode ficar à margem de uma decisão com esta gravidade, que implica este tipo de sacrifícios para os povos em todo o espaço da União Europeia. E nós continuaremos a insistir para que o debate se faça e a decisão seja revertida. 1-0045-0000”
“Senhora Presidente, faço este ponto de ordem ao abrigo dos artigos 163.º e 142.º do Regimento. Senhora Presidente, é a segunda sessão plenária consecutiva em que este Parlamento passa ao lado da decisão do Banco Central Europeu de aumentar as taxas de juro. As famílias viram aumentar os seus créditos à habitação. As pequenas e médias empresas viram aumentar os custos com o crédito. Os bancos esfregam os lucros de contentes, porque os seus lucros são multiplicados à custa dos sacrifícios das famílias e das pequenas e médias empresas. E, pela segunda sessão plenária consecutiva, não conseguimos que este Parlamento faça o debate sobre esta questão. Propusemos que fosse agendado esse debate. Apresentámos uma pergunta oral, com pedido de resposta, com pedido de debate, e, mesmo assim, o debate não foi agendado.”
“Tudo isso exige a devolução da propriedade pública e do comando estratégico do Estado sobre o setor energético, revertendo as políticas de liberalização e privatização do setor; o apoio a políticas nacionais de produção, aprovisionamento e distribuição de energia adequadas às condições e capacidades nacionais; o enquadramento de políticas de preços compatíveis com o poder de compra de cada povo e com as condições nacionais de desenvolvimento económico; e, por fim, a valorização da produção renovável em condições que correspondam às necessidades das populações e ao interesse público, recusando soluções como as mega centrais fotovoltaicas que usam as energias renováveis como pretexto para a maximização de lucros, prejudicando as populações e o território.”
“Senhora Presidente, Senhor Comissário McGrath, a promoção da eletrificação tem de compatibilizar o equilíbrio ecológico e a sustentabilidade e o desenvolvimento económico e social, e tem de ter como critérios a satisfação das necessidades das populações e o desenvolvimento nacional, e não a satisfação dos grandes interesses económicos e financeiros que utilizam o setor energético para acumular lucros.”
“O Conselho Europeu não vê nisso assunto a discutir, mas não faltam medidas para favorecer as multinacionais e os grupos económicos, para perseguir migrantes, para prolongar a guerra na Ucrânia e insistir na confrontação com a Rússia. Falam de Gaza e do Líbano, sem beliscar Israel, como se isso permitisse pôr fim ao genocídio do povo palestiniano e travar a agressão ao Líbano. 3-0027-0000”
“Senhor Presidente, ao contrário do que diz o PPE, as preocupações dos trabalhadores e dos povos ficam à porta desta reunião do Conselho Europeu, mas em nome desses povos serão tomadas decisões contra os seus interesses. Habitação, combate à pobreza, aumento de salários e elevação das condições de vida, apoio aos setores produtivos e aos pequenos produtores; nada disto estará na agenda. Os preços da energia e dos combustíveis penalizam os povos com o aumento do custo de vida. Do Conselho Europeu, nem uma palavra de condenação da agressão dos Estados Unidos ao Irão que provocou essa situação, nem uma medida para travar as multinacionais da energia que se aproveitam dela para acumular lucros. O aumento das taxas de juro decidido pelo BCE aumenta o custo de vida dos povos e multiplica os lucros da banca.”
“As competências de fiscalização são retiradas às autoridades nacionais, concentradas na competência da Comissão Europeia ou mesmo deixadas à disponibilidade das multinacionais tecnológicas. As isenções inicialmente previstas para as pequenas empresas são agora estendidas às grandes empresas, que passam a ter uma ampla margem de aplicação das regras que são propostas. Permite‑se que todos os sistemas de IA processem categorias especiais de dados, como a revelação da origem étnica, racial, opiniões políticas e religiosas, a filiação sindical, a orientação e identidade sexual ou dados genéticos, biométricos e de saúde. Elimina‑se a exigência da realização de testes de alto risco em ambientes controlados e passam a permitir («...») (a Presidente retira a palavra ao orador) 2-0466-0000”
“Senhora Presidente, as alterações ao Regulamento da Inteligência Artificial fazem parte de um pacote legislativo mais amplo, que integra também o designado omnibus dos dados. No conjunto deste pacote legislativo, as alterações vão no sentido errado da desproteção dos cidadãos e da desregulação tecnológica. Votámos contra estas alterações ao Regulamento da Inteligência artificial porque elas confirmam esse sentido errado. Entre outros aspetos graves, é adiada a entrada em vigor de aspetos centrais da regulamentação do desenvolvimento de sistemas de IA previstas no regulamento para corresponder à pressão feita pelas grandes multinacionais tecnológicas norte americanas e pela administração de Trump.”
“Há a intensificação das perseguições, dos assassinatos, das ocupações ilegais, terras por colonos israelitas na Cisjordânia, há um genocídio que prossegue em Gaza, há povos a pagar os custos da agressão ao Irão, com o aumento dos preços da energia e dos combustíveis e agora também com o aumento das taxas de juro decidido pelo Banco Central Europeu. A pergunta que se faz é a seguinte: quando adotará a União Europeia uma posição que condene essa agressão dos Estados Unidos e ponha fim à política genocida de Israel, garantindo o cumprimento e o respeito pelos direitos nacionais do povo palestiniano? 2-0149-0000”
“Senhora Presidente, Senhora Comissária Kaja Kallas, é verdade que os Estados Unidos e Israel não alcançaram nenhum dos objetivos que utilizaram como pretexto para lançar a agressão ao Irão, mas os povos estão a pagar as consequências dessa agressão, não apenas no Médio Oriente, mas em todo o mundo. A União Europeia mantém a posição de submissão aos Estados Unidos, repetindo este discurso de faz de conta que já referi na intervenção anterior. O problema, Senhora Comissária Kaka Kallas, é que, enquanto a União Europeia faz de conta, há pessoas a morrer no Irão, há uma nova ocupação no Líbano por parte de Israel, com milhares de mortos e feridos e mais de 1 milhão de deslocados.”
“Asimismo, hemos expresado reservas sobre la Ley de Nube e IA, al considerar que no reduce suficientemente la dependencia de proveedores extranjeros. La autonomía tecnológica europea debe basarse en una capacidad propia sólida, al servicio de la ciudadanía y de los valores democráticos europeos.”
“Durante el debate se puso de manifiesto que la UE continúa dependiendo en gran medida de infraestructuras digitales controladas desde fuera de la UE, una situación que genera vulnerabilidades económicas, tecnológicas y de seguridad. Por ello, defendimos la necesidad de complementar la gestión de riesgos con una estrategia orientada al desarrollo de capacidades europeas propias. Desde nuestra Delegación consideramos prioritario reforzar la capacidad de los centros de datos europeos, indispensables para garantizar la soberanía digital. Estas infraestructuras son clave para el control de los datos, la continuidad de los servicios esenciales y la resiliencia de Europa frente a crisis o presiones externas.”
“Asimismo, hemos expresado reservas sobre la Ley de Nube e IA, al considerar que no reduce suficientemente la dependencia de proveedores extranjeros. La autonomía tecnológica europea debe basarse en una capacidad propia sólida, al servicio de la ciudadanía y de los valores democráticos europeos. 2-0070-8750 Elena Sancho Murillo (S&D), por escrito – Los socialistas españoles hemos acogido positivamente el Paquete de Soberanía Tecnológica presentado por la Comisión, al considerar que supone un paso necesario para reforzar la autonomía estratégica de la Unión en un contexto de creciente competencia geopolítica y dependencia tecnológica. Sin embargo, consideramos que las medidas propuestas siguen siendo insuficientes para reducir de manera efectiva las dependencias digitales de Europa.”
“Durante el debate se puso de manifiesto que la UE continúa dependiendo en gran medida de infraestructuras digitales controladas desde fuera de la UE, una situación que genera vulnerabilidades económicas, tecnológicas y de seguridad. Por ello, defendimos la necesidad de complementar la gestión de riesgos con una estrategia orientada al desarrollo de capacidades europeas propias. Desde nuestra Delegación consideramos prioritario reforzar la capacidad de los centros de datos europeos, indispensables para garantizar la soberanía digital. Estas infraestructuras son clave para el control de los datos, la continuidad de los servicios esenciales y la resiliencia de Europa frente a crisis o presiones externas.”
“В крайна сметка дигиталният суверенитет зависи не просто от технологиите, а преди всичко от хората, които ги създават, контролират и задават посоката. 2-0070-8125 Marcos Ros Sempere (S&D), por escrito – Los socialistas españoles hemos acogido positivamente el Paquete de Soberanía Tecnológica presentado por la Comisión, al considerar que supone un paso necesario para reforzar la autonomía estratégica de la Unión en un contexto de creciente competencia geopolítica y dependencia tecnológica. Sin embargo, consideramos que las medidas propuestas siguen siendo insuficientes para reducir de manera efectiva las dependencias digitales de Europa.”
“Но ако енергията захранва икономиката, то дигиталните системи управляват нейните процеси. Изправени пред рисковете от ускореното технологично развитие, осъзнахме нуждата от адекватна правна рамка, а сега узряваме, че регулациите сами по себе си не изграждат дигитален суверенитет. Той се създава чрез реален индустриален, изчислителен и технологичен капацитет. Нуждаем се от повече иновации и инвестиции, по-малко административна тежест и по-добри условия европейският бизнес да расте. Най-важният ресурс обаче остават хората. Технологиите са плод на знания, научна работа и предприемачество. Затова конкурентоспособността на Европа започва с качествено образование, силна научна среда и условия талантите да работят, експериментират и реализират идеите си.”
“Naš cilj zato mora biti jasan: izgraditi europski digitalni ekosustav koji je inovativan i konkurentan, ali istovremeno otvoren, demokratski i usmjeren na građane. Samo tako Europa može biti istinski digitalno suverena i otporna u svijetu koji se ubrzano mijenja. 2-0070-7500 Емил Радев (PPE), в писмена форма – Уважаеми колеги, В свят на остра геополитическа и технологична конкуренция Европейският съюз не може да си позволи зависимост от чужди платформи, несигурни вериги за доставки или режими, които използват данните и цифровата инфраструктура като инструмент за натиск. Критичните технологии вече определят нашата сигурност, конкурентоспособност и икономическо развитие, нашето бъдеще. За Групата на ЕНП дигиталният суверенитет е стратегическа необходимост, сравнима по значение с енергийната независимост.”
“Mi, Patrióták, nemet mondunk a társadalmi mérnökösködésre és az embereket helyezzük középpontba a csomagot kísérő jogalkotási munka során. 2-0070-5000 Romana Jerković (S&D), napisan – Digitalna suverenost nije pitanje izbora, nego pitanje naše sigurnosti, konkurentnosti i demokratske otpornosti. Digitalna suverenost ne znači samo ulaganje u čipove, podatkovne centre i računalnu snagu. Ona znači sposobnost Europe da razvija vlastite tehnologije, upravlja vlastitim podacima i donosi vlastite odluke u skladu s europskim vrijednostima. Istovremeno, ne smijemo zaboraviti da tehnologiju ne grade strojevi, nego ljudi. Bez kvalificiranih radnika, kvalitetnih radnih mjesta, socijalnog dijaloga i ulaganja u vještine, nema ni uspješne digitalne tranzicije.”
“A kereslet és az ipari felhasználás ösztönzése fontos elem lehet az importkitettség mérséklésében és erősítheti az EU részvételét ezen a bővülő piacon. Másodszor, szintén indokolt a felhőalapú szolgáltatások terén a külső kitettség csökkentése. Jelenleg az európai felhőpiac mintegy 85%-át EU-n kívüli vállalatok birtokolják. A megoldást a technológiai függetlenség és az interoperabilitás jelentheti, azonban ehhez fejlesztési forrásokra és a kiberbiztonság javítására lesz szükség. Azonban, nem szabad szem elől téveszteni, hogy minden jogalkotási javaslatnak, így a technológia szuverenitási csomagnak is a polgárokat kell szolgálnia. Ezért is elfogadhatatlanok az olyan javaslatok, melyek a háztartások áramfogyasztását korlátoznák az adatközpontok energiaigényére hivatkozva.”
“2-0070-0000 András Gyürk (PfE), írásban – Európa jelentős lemaradásban van a mai korban stratégiai fontossággal bíró technológiák fejlesztésében, illetve gyártásában amerikai és ázsiai versenytársaival szemben. Ezen a Bizottság közelmúltbeli, digitális ágazattal kapcsolatos kezdeményezései sem segítettek érdemben. Ugyanakkor az új, technológiai szuverenitásról szóló csomag lehetőséget jelent a hibák kijavítására és az első valódi lépések megtételére az EU digitális függetlensége felé vezető úton. Először, üdvözlendő, hogy a Bizottság a valóban fontos területeken javasol fellépést. Ilyen elem a szuverenitás erősítése a félvezetők kapcsán, melyek nélkülözhetetlen összetevői az európai versenyképességet meghatározó technológiák következő generációjának.”
“Por ello, defendimos la necesidad de complementar la gestión de riesgos con una estrategia orientada al desarrollo de capacidades europeas propias. Desde nuestra Delegación consideramos prioritario reforzar la capacidad de los centros de datos europeos, indispensables para garantizar la soberanía digital. Estas infraestructuras son clave para el control de los datos, la continuidad de los servicios esenciales y la resiliencia de Europa frente a crisis o presiones externas. Asimismo, hemos expresado reservas sobre la Ley de Nube e IA, al considerar que no reduce suficientemente la dependencia de proveedores extranjeros. La autonomía tecnológica europea debe basarse en una capacidad propia sólida, al servicio de la ciudadanía y de los valores democráticos europeos.”
“2-0069-7500 Nicolás González Casares (S&D), por escrito – Los socialistas españoles hemos acogido positivamente el Paquete de Soberanía Tecnológica presentado por la Comisión, al considerar que supone un paso necesario para reforzar la autonomía estratégica de la Unión en un contexto de creciente competencia geopolítica y dependencia tecnológica. Sin embargo, consideramos que las medidas propuestas siguen siendo insuficientes para reducir de manera efectiva las dependencias digitales de Europa. Durante el debate se puso de manifiesto que la UE continúa dependiendo en gran medida de infraestructuras digitales controladas desde fuera de la UE, una situación que genera vulnerabilidades económicas, tecnológicas y de seguridad.”
“Por ello, defendimos la necesidad de complementar la gestión de riesgos con una estrategia orientada al desarrollo de capacidades europeas propias. Desde nuestra Delegación consideramos prioritario reforzar la capacidad de los centros de datos europeos, indispensables para garantizar la soberanía digital. Estas infraestructuras son clave para el control de los datos, la continuidad de los servicios esenciales y la resiliencia de Europa frente a crisis o presiones externas. Asimismo, hemos expresado reservas sobre la Ley de Nube e IA, al considerar que no reduce suficientemente la dependencia de proveedores extranjeros. La autonomía tecnológica europea debe basarse en una capacidad propia sólida, al servicio de la ciudadanía y de los valores democráticos europeos.”
“2-0069-5000 José Cepeda (S&D), por escrito – Los socialistas españoles hemos acogido positivamente el Paquete de Soberanía Tecnológica presentado por la Comisión, al considerar que supone un paso necesario para reforzar la autonomía estratégica de la Unión en un contexto de creciente competencia geopolítica y dependencia tecnológica. Sin embargo, consideramos que las medidas propuestas siguen siendo insuficientes para reducir de manera efectiva las dependencias digitales de Europa. Durante el debate se puso de manifiesto que la UE continúa dependiendo en gran medida de infraestructuras digitales controladas desde fuera de la UE, una situación que genera vulnerabilidades económicas, tecnológicas y de seguridad.”
“Por ello, defendimos la necesidad de complementar la gestión de riesgos con una estrategia orientada al desarrollo de capacidades europeas propias. Desde nuestra Delegación consideramos prioritario reforzar la capacidad de centros de datos europeos, indispensables para garantizar la soberanía digital. Estas infraestructuras son clave para el control de los datos, la continuidad de los servicios esenciales y la resiliencia de Europa frente a crisis o presiones externas. Asimismo, hemos expresado reservas sobre la Ley de Nube e IA, al considerar que no reduce suficientemente la dependencia de proveedores extranjeros. La autonomía tecnológica europea debe basarse en una capacidad propia sólida, al servicio de la ciudadanía y de los valores democráticos europeos.”
“Déclarations écrites (article 178) 2-0069-2500 Laura Ballarín Cereza (S&D), por escrito – Los socialistas españoles hemos acogido positivamente el Paquete de Soberanía Tecnológica presentado por la Comisión, al considerar que supone un paso necesario para reforzar la autonomía estratégica europea en un contexto de creciente competencia geopolítica y dependencia tecnológica. Sin embargo, consideramos que las medidas propuestas son insuficientes para reducir de manera efectiva las dependencias digitales de Europa. Durante el debate se puso de manifiesto que la UE continúa dependiendo en gran medida de infraestructuras digitales controladas desde fuera de la UE, una situación que genera vulnerabilidades económicas, tecnológicas y de seguridad.”
“Todos os povos têm o direito soberano ao desenvolvimento científico e tecnológico. Essa é a razão para recusar que países europeus estejam reféns dos Estados Unidos da América ou que países como Portugal fiquem reféns dentro da União Europeia, da Alemanha, da França ou de qualquer outro país mais desenvolvido. 2-0068-5000 (Fin des interventions à la demande) 2-0069-0000 Le Président. – Merci à tous pour votre participation nombreuse à ce débat vivant et animé, avec beaucoup de cartons bleus, 6 au total. Le débat est clos.”
“Senhor Presidente, Senhora Comissária Virkkunen, a humanidade precisa de mais cooperação e partilha de conhecimento científico e tecnológico para resolver problemas comuns na base do multilateralismo. Não precisa da competição, concorrência e disputa capitalista pela supremacia tecnológica. A ciência e a tecnologia precisam de um forte suporte e enquadramento públicos e têm de ser orientadas para resolver e superar os problemas que afligem os povos, para elevar as suas condições de vida, para garantir a paz. Em sentido contrário, a entrega do desenvolvimento científico e tecnológico às multinacionais afunila e condiciona o seu aproveitamento, deixa‑o refém das lógicas dos mercados e subordinado ao objetivo de acumulação do lucro, à mercê da aplicação prioritária na indústria da guerra e da morte.”
“Ouvimos neste Parlamento, ouvimos na União Europeia declarações que promovem o sentido do progresso e da justiça social, mas que são, afinal de contas, de convergência e de promoção dessas políticas contra os direitos dos trabalhadores, contra os interesses dos trabalhadores. Nesta semana, está em discussão em Portugal o pacote laboral, que o governo pôs em marcha contra os interesses dos trabalhadores. Também aqui, no Parlamento Europeu, afirmamos a nossa posição em defesa dos interesses de quem trabalha. 1-0207-0000”
“Senhora Presidente, a valorização do trabalho e dos trabalhadores é um critério absolutamente fundamental para o desenvolvimento de qualquer país e para a resposta às necessidades dos povos. Esse sentido de avanço, de progresso, com melhores salários, com melhores condições de vida e uma melhor articulação entre a vida profissional e familiar é um aspeto absolutamente determinante para garantir o desenvolvimento e o progresso económico e social. Infelizmente, aquilo que vemos em países como o meu, como Portugal, são políticas nacionais, governos empenhados no caminho exatamente contrário a esse sentido de progresso e desenvolvimento que impõe a valorização do trabalho e dos trabalhadores.”